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bia não gosta de sobrenatural, ao contrário da mah, babi e thays. ane tem nada contra e gosta desenhar mangá, que a bia aprendeu com uma amiga da mah, que gosta de fotografar. babi adora as fotos e detesta jesse mccartney, mas a bih o ama e detesta justin bieber, quem a ane acha muito fofo; babi que não gosta de regras no que escreve, ao contrário da bia, que exige um tema e apela para a mah, que é mais cabeça e diz que só pode decidir as coisas se a thays estiver presente. thays, mah e bia adoram inglês mas a bia detesta espanhol e diz que não precisa estudar português pq a mah existe. apenas em duas coisas as todas concordam sem hesitar: zac efron é gostoso, e que o blush, vai ser um sucesso.

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Dragões e Piratas

Eu estava decidida a falar sobre Harry Potter, na pré-estréia ANIMAL que eu e a Mah fomos, mas decidi não falar. Tenho certeza que tem gente demais falando disso. E querem um conselho, vão ver o filme =) eu estou indo sábado ver, pela segunda vez.
Eu queria mesmo falar do livro “a bússola de ouro” e como eu finalmente aprendi como se escreve bússola. Mas não consegui ler, tive que devolver pra escola. Mas me aguardem, estou pretendendo comprar a trilogia pra mim ;D
Já que a única coisa que se fala nas terças são livros, queria falar um pouco dos dois últimos livros que vi nessa última semana. Mas realmente pensei: quem sou eu pra julgar livros?
Resolvi por fim dar minha opinião de leitora, apenas leitora, sobre estes dois livros que são Como treinar seu dragão e Como ser um pirata.
Recentemente to parando para ler infanto-juvenis. Não sei o motivo. Talvez seja algo psicológico que esteja desesperado ao saber que estou deixando a minha escola de ensino médio e estarei em breve entrando no árduo mundo da faculdade. Não sei. Só sei que parei pra ler “Desventura em Série” e agora “Como treinar seu dragão”
Sério, eu gostei. Mesmo. E não foram os desenhos fofinhos que me conquistaram. Foi o fato de que o livro não te chama de idiota. Como um livro te chama de idiota? É quando ele fala que uma bebê com dois dentes luta contra um adulto com uma espada, e o bebê ganha. Por essas e outras foi uma tortura ler “Serraria Baixo-Astral” Mas não vim para falar disso, uh? Então. Eu ri muito com o Soluço. Na verdade, os nomes em si, só de lembrar, já me fazem rir. Barrigão Caída de Cerveja? Ahh, me afino de mais ;D
Não vou fazer comentários sobre a trama, até porque não é algo muuuito complexo. Mas é muito gostoso de ler, eu achei, pelo menos.
Apensar de eu ser fã de romances clichês, gosto de fantasia, e dragões e piratas me conquistaram. Ah, achei bem legal que o segundo conseguiu manter um ritmo bom ;D E adorei também a presença mais ativa do pai do Soluço, o Stoico e seu tio, o Barrigão lá x)
Recomendado para uma leitura traquila e divertida.

Beijoss!




-biaa @bi_medeiros
O último moicano olimpiano.
Após terem se passado mais de sete meses, finalmente encerrei a série Percy Jackson e os Olimpianos.
Me recorde de já ter falado sobre Rick Riordan anteriormente, após eu ter lido O Labirinto dos Ossos. Minha principal crítica para aquele livro foi que os personagens não agiam como se tivessem suas respectivas idades e bem, eu já tinha observado isso com os livros do Percy. Felizmente, creio que isso não se aplica com O último Olimpiano. Então, em quesito personalidades dos personagens, nota... Bem, quem sou eu para dar uma nota para Rick Riordan?
Eu devorei o livro, assim como fiz com os anteriores no verão passado. Posso não achar a trama mil maravilhar, mas confesso que me prende. Acho que tenho uma queda por história com fantasia
O final foi como eu imaginava. Não! Calma! Não é algo muito previsível, é apenas... sutilmente previsível a medida que se vai lendo o livro. E não vou dizer que não gostei, pois eu achei bem adequado para a história. Só não gostei da troca que Percy fez, no momento do seu desejo aos Deuses. Aí é questão pessoal, coisa da Bia, e com certeza isso muda bastante de pessoa pra pessoa.
Sempre gostei da narração do Percy, que por mais que as coisas estejam feias, Riordan faz Percy soltar uma frase que alivia o clima pesado, mas sem destruí-lo. É como mandar uma indireta super direta do que está acontecendo. Algo como:
“Eu adoro Nova York. Você pode sair do Mundo Inferior no Central Park, pegar um táxi, desce na Quinta Avenida com um cão infernal gigante saltitando atrás de você, e ninguém olha achando estranho”
Confesso agora que Riordan ganhou vários pontinhos comigo. Afinal, alguém que me faz ficar até 3h15 da madrugada lendo seu livro, no mínimo tenho que achar legal.
Coletei algumas frases e trechos, como este acima, e estou enviando aos poucos para @frasesdelivro. Lá tem frases muito legais! Sigam?
Enfim. Recomendadíssimo.

Alguns comentários pessoais:
- Aos poucos estou conseguindo terminar as séries de livros que comecei.
- Adorei a Rachel no livro. E olha que eu nem gostava dela.
- Fique entre nós, mas dou 8,8 para Riordan e 9,4 para O último Olimpiano. Talvez 8,9 para a série Percy Jackson
- Sim, hoje é o dia da mah, mas nós trocamos. Só esta semana ;D


@bi_medeiros
-biaa
Isso é fake!

Como vocês sabem – ou não - eu curto Stephenie Meyer. Ela não é minha autora predileta e nenhum de seus livros estão na minha lista de “os 5 livros que mais gostei”, mas aprecio suas obras, assim como gosto da série “A Mediadora” de Meg Cabot. O modo que tratam do amor e obsessão em que elas trabalham é hipnotizante para os que se entregam ao livro, que é meu caso. ;D

Apesar de ser considerada uma péssima fã [não gosto de usar esse termo nessa situação] de Meyer, gosto de ir ao cinema ver as adaptações de seus livros. Sempre achei que bons apreciadores devem ver os produtos e analisá-los posteriormente. Eu, por exemplo, posso dizer que os livros me trouxeram mais emoção que os filmes, o que deveria ser ao contrário, pois nos filmes nós vimos os personagens ali sofrendo ou amando. O porquê de eu me sentir assim? Queria poder dar uma explicação, mas não entendo de cinema o bastante para falar disso.

E como se eu entendesse de literatura, venho para comentar minha experiência ao ler Opúsculo. Não, eu não digitei errado, é assim mesmo.

Opúsculo é uma paródia criada baseada em crepúsculo, onde temos a Belle e o Edwart em situações que mesclam o mundo real, o mundo do livro, e um novo mundo que é o da paródia. Sua principal característica é o exagero. Um exemplo é o caminhão baú que Belle usa para ir à escola. Detalhe, ela ama esse caminhão. Ou no nerd do Edwart, o qual Belle acreditou desde o começo que não era humano.

O início de trama se assemelha com a original, claro que modificado, deixando-o muito engraçado. A viagem de Belle, a relação dela com sua mãe e com seu pai, sua demonstração de personalidade e o primeiro dia de aula. Até aí eu estava gostando muito do livro. Então chega Edwart. Não que eu não tenha gostado da versão nerd que fica direto na frente do computar, mas a história começou a fugir.

Uma vez, em um documentário, ouvi um diretor desses filmes como Todo Mundo em Pânico dizer que uma sátira é boa quando é fiel a obra, e agora eu noto o que isso significa. Agora noto que o motivo de rirmos é por uma cena que é uma modificação de uma cena já criada. É essa comparação que dá a graça. Quando começam a criar novas situações com esses personagens, começa a parecer sem sentido, pois o único sentido que se teria é o livro, nesse caso, mas não tem. Deu pra entender?

Meu feedback de Opúsculo? Deixou a desejar. E eu acho que poderia ter-se trabalhado muito encima de Crepúsculo. Podem jogar pedra no livro Crepúsculo, eu até posso dizer que não sou fã, mas nada mudará o fato que eu gostei desse livro pois gosto de me meter num mundo irreal e clichê. Se estou errada não sei, mas provavelmente irei descobrir.


- biaa

follow me: @bi_medeiros

Déjà 'Bones'

Eu já tenho pontos negativos com a literatura por minha nota ‘6’ em literatura no boletim, e com certeza esses pontos passaram a ser negativos quando passei a ver mais seriados do que ler livros. Mas nem tudo está perdido. Foi por eu começar a ver seriados [especificamente Bones] que cheguei até um dos melhores livros que eu já li: Déjà Morta.

Como em poucos episódios Bones me conquistou, fui atrás de informações sobre a série, e descobri que a mesma é baseada na vida da antropóloga forense e escritora Kathy Reichs. Escritora? Bem, então vamos atrás dos livros!

Déjà Morta é o primeiro livro da série [de livros] protagonizada por Temp Brennan, que tem na-da-ha-ver com a nossa Bones. Se você pretende gastar seu rico dinheirinho [e o livro não é barato, pois meu amigo teve que encomendar de outro estado] pensando que esse livro irá contar a história dos nossos queridos Booth e Bones, está definitivamente enganado.

Ainda assim, não deixe de ler. Déjà Morta me prendeu da primeira à última página, como a série me prendeu do primeiro ao último episódio. Apesar do livro não conter nenhum clima romântico, toda a parte científica forense, investigativa é muito bem planejada e amarrada.

A personalidade dos personagens é praticamente uma caixa de surpresas. A cada capítulo estamos sujeitos a descobrir mais uma característica que poderá mudar o rumo da história. São 492 páginas de intrigantes e que de certa forma não acabam, já que a vontade de ler a continuação, Death du Jour, é muito grande. Infelizmente, Death du Jour não foi traduzido para o português. A tradução da série pula direto para o 7º volume original, Segunda-Feira de Luto. Eu como fã fiel da série [tanto dos livros como da TV] não vou pular, vou me arriscar a ler em inglês. Com certeza irá valer a pena.

Encerro o poste com uma fala Ryan [Booth seria a versão televisiva dele, suponho]

 

De tempos em tempos, a espécie humana gera predadores que se alimentam daqueles ao seu redor. Eles não fazem parte da espécie. São mutações da espécie. Em minha opinião, esses monstros não têm nenhum direito de respirar o oxigênio da atmosfera. Mas eles estão aqui; portanto, eu ajudo a enjaulá-los e colocá-los onde não poderão machucar os outros. Eu torno a vida mais segura para o pessoal que se levanta, vai trabalhar a cada dia, cria seus filhos ou seus tomates, ou seus peixes tropicais, e assiste ao jogo de futebol à noite. Eles são a espécie humana.




  -biaa

Crepúsculo sem vampiros

Nem todo livro crepúsculo significa vampiro. Pode significar fantasma também.

Crepúsculo, de Meg Cabot, encerra a série A Mediadora, onde conta história de uma garota de 16 anos que pode ver e tocar fantasmas. E temos um fantasma. Okay,temos muitos fantasmas. Mas tem um fantasma em especial. O Jesse. Compartilho de uma falada mah, em que ela diz que não consegue imaginar o Jesse não sendo o Jesse McCartney XD

Meg Cabot é Meg Cabot. Adoro ela, pq querendo ou não, eu gosto do clichê que tem nos livros dela. Okay que O diário da princesa eu só consegui suportar até o quarto ou quinto, mas temos Avalon High, Garota Americana, e é claro, A Mediadora.

Não deixem de ler. Oh God. Não deixem mesmo!

 

 

***

 

Nada haver com a batata ruffles, mas aí vai um pedacinho da minha fanfic:



"Não havia ódio nos olhos de Booth. Parecia desespero, Sully não conseguia definir exatamente o que era. Por um momento o agente se perdeu em pensamentos, tentado atribuir um nome ao que via. Terror, desespero, ódio, medo, rancor, inveja... Nada, nada, nada! Sully olhou para Brennan, ela tinha as duas mãos no rosto, tampando os olhos e o nariz. Sua expressão – a pouca que aparecia entre as mãos – poderia ser comparada à dor. Olhando novamente a Booth, sentiu uma onda de coragem partir de seu peito e percorrer cada centímetro de seu corpo. Tomou ar e ficou em pé, encarando um após o outro. Foi em uma troca de olhar, de Brennan para Booth, que Sully descobriu o que Booth sentia. Fome. Sussurrou. Booth sorriu e negou com a cabeça. Sede.  Ele respondeu. Depois, só há dor. As mãos não alcançavam nada. Ninguém podia ouvir seus gritos, nem ele mesmo. Sully esperou os flashs de sua vida passar na frente de seus olhos, mas eles não vieram. Só havia o preto. E dor. Muita dor."



- bia

Follow Followill
O Lugar cheirava a coisa guardada. Eu simplesmente não tinha nenhuma lembrança de lá. Abri a primeira caixa. Coisas do passado/Holly, isso era o que estava escrito.
Fotos. Cartas. Boletins... No fundo, uma das últimas coisas, um caderno de capa dura escuro... Meu diário. Nele relatava muitas coisas minhas... Coisas que ninguém deveria saber... Eu o abri, ele cheirava a guardado, combinando perfeitamente com o lugar e situação. Já fazia quase um ano que parei de escrever nele. É o meu passado que eu tinha que esquecer. Ou não.
Peguei uma caneta, decidindo na hora que eu deveria incluir ali um pouco da minha pequena história antes daquela festa a qual nunca vou me esquecer. Aprendi que não preciso de um diário para me lembrar das coisas, tanto boas ou ruins...
“Antes de começar a contar a história que realmente lhes interessa, devo contar um pouco de mim mesma.“
Comecei a escrever.
crises

Os escritores sempre têm crises. Por mais que neguem e que seus livros vendam milhões ou seus textos tenham algumas dezenas de acessos.

De autores famosos não sei, mas dos amadores eu poderia escrever um livro. Na verdade, seria mais um começo de livro, dos tantos que nunca foram acabados. Quando é atingindo a metade do seu objetivo, o autor entre em crise. Listado abaixo alguns motivos:

Escassez de Ideias: Depois de algumas dezenas de páginas escrevendo sobre algum assunto,colocando cada vírgula e ponto em seu devido lugar, tudo que você quis passar simplesmente acabou. O autor fica desesperado em busca de novas ideias, mas nada vem.

Amor Pelo que Faz: A narrativa é tão boa, os personagens são tão perfeitos e o autor já sabe o fim que vai dar, mas de repente para. Porque acabar com toda essa maravilha? O medo é tanto que não deixa o autor terminar a obra.

Chuva de Ideias: Totalmente oposto ao primeiro item, nesse caso, o número de ideias é tão grande que para não esquecer o autor inicia outra obra e não termina. Quando vê aquele número tão grande, desiste de tudo.

Escritor à moda antiga: Há quem nunca se acostume ao computador e concretiza as ideias no papel mesmo. Então quando se dá conta, está com pilhas de folhas para digitar. Bem, não vamos culpá-los de não querer perder o tempo digitando o que já existe ao invés de escrever coisas novas, certo?

Existem muitos outros motivos, mas seu eu ficar só com esses, eu terei um texto com fim.


-Bia


Ps:. tudo isso já aconteceu comigo.

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